Pulseiras azuis e amarelas: formação de Equipes de Ajuda e CARE

Publicado em 17/08/18

Envolvendo toda a escola, ocorreu a maior formação de Equipes de Ajuda do Ensino Fundamental do Band, que contou também com a capacitação da Comissão de Apoio Racional e Emocional (CARE), do Ensino Médio. A Orientação Educacional, a equipe de CPG e o GEPEM (Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral) da Unesp e Unicamp marcaram presença no evento.


​Em todas as formações, os alunos aprenderam sobre a importância da escuta ativa, da comunicação afetiva e da empatia como recursos para identificar e aproximar-se de colegas que estejam com algum problema a fim de apoiá-los.


​No Ensino Fundamental, a formação de Equipes de Ajuda aconteceu pelo terceiro ano consecutivo e foi dirigida para as turmas de alunos novos. “É algo que fortalece a cultura de convivência positiva no Band. Começamos a ver os frutos desse trabalho”, contou a orientadora dos 6.os anos do Ensino Fundamental,  Lúcia Maiochi.


​“Você não precisa ser perfeito ou um super-herói. O objetivo é poder mudar o pensamento dentro do Band, promover a boa convivência e a aceitação da diferença. Senti a responsabilidade de ser da Equipe de Ajuda quando recebi a pulseirinha azul”, disse a aluna Daniela Vanetti, do 6.o ano do Ensino Fundamental.


Já no Ensino Médio, os alunos da CARE – Comissão de Apoio Racional e Emocional – podem ser reconhecidos pelas pulseiras amarelas. O grupo formou-se por iniciativa dos próprios alunos que sentiam a necessidade de se capacitar para ajudar colegas. “Essa fase tem muitas demandas, decisões da vida, inseguranças e emoções. É importante ter alguém com quem contar”, disse a orientadora dos 3.os anos do Ensino Médio, Renata Lourenço.

​Os alunos da 3.a série do Ensino Médio, Matheus Rodrigues e Natália Rocha, contam que a capacitação ajudou a definir valores e a identidade do grupo, além de orientá-los quanto às melhores formas de ajudar o próximo. “Foi uma oportunidade sensacional. Estar na CARE é algo que faço com muito prazer. Espero que todos se sintam acolhidos”, disse Natália.

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