Esperança

Publicado em 30/10/13

 

Deitado em meu quarto

Em um momento de desespero

Que mesmo um rosto alegre não engana

Caí em um sono profundo

 

Sonhei que olhava para uma árvore

Seus galhos secos e fracos rangiam

Porém permanecia de pé

enquanto toda a vegetação perecia

 

O cheiro de desespero se espalhou pelo ar

Ventos fortes gritaram

Anunciando a morte

Destroçaram os galhos e folhas restantes

O fim havia chegado

 

Apesar de todos os danos

O tronco continuava de pé

Nesse instante percebi

Não importava a força do vento

Nem mesmo a intensidade da seca

A árvore nuca cairia

 

A cor do céu mudou

As nuvens urraram

Gotas azuis dançaram pelo céu

Pousando nas raízes da árvore

 

Já não era mais um simples toco seco

Seus galhos cresceram abundantes

Pássaros vieram de todos os lugares

Criando visões exuberantes

 

Dali em diante nada me abalaria

Nem mesmo o maior dos sofrimentos

Não importa a gravidade dos ferimentos

A esperança é a última que morre

Ricardo Froés, 1A3

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