O Colégio Bandeirantes busca a inserção de tecnologias inovadoras, como a Inteligência Artificial, no cotidiano tanto dos educadores quanto dos estudantes para formar os cidadãos do futuro. Para isso, os alunos são constantemente expostos às tecnologias para aprenderem como fazer um uso ético e responsável. Por conta desse processo exemplar, Eduardo Tambor, Diretor Geral do Colégio, escreveu uma matéria que saiu na Exame Bússola, que levou o título de “Opinião: Setor de educação vive sua própria ‘guerra dos chips’”.
A reportagem de Tambor analisa a dinâmica de substituição, complementaridade e expansão da Inteligência Artificial no ambiente educacional, destacando a relevância da formação crítica diante dos avanços tecnológicos. Para o Diretor Geral, o diferencial competitivo dos profissionais do futuro serão as competências socioemocionais e humanas, trabalhadas diariamente no Colégio em toda a matriz curricular, lado a lado com o letramento tecnológico. “A IA pode oferecer tutoriais e informações instantâneas, mas só o ser humano ensina ética, empatia, capacidade de investigação e resiliência”, escreveu.
Leia um trecho: “Formar os profissionais e os líderes do futuro exige uma estratégia intencional: testar inovação em ambientes controlados, integrar letramento digital ao pensamento crítico e incentivar a colaboração entre a intuição humana e o poder analítico das máquinas. […] Preparar os estudantes para o futuro do trabalho significa garantir que, desde os primeiros passos da jornada escolar, eles aprendam a usar a tecnologia não como muleta cognitiva, mas como um poderoso vetor para a própria autonomia”.
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