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07/08/2026

Inédita viagem à China e Frankfurt foi um sucesso!

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Inédita viagem à China e Frankfurt foi um sucesso!

Publicado em 07/08/2026 15:24

O Colégio Bandeirantes defende que o aprendizado fora da sala de aula é essencial para a formação integral dos estudantes e, portanto, oferece diversas viagens nacionais e internacionais que reforçam seu compromisso cosmopolita de formar cidadãos do mundo. Desta vez, o Band foi além: levou os alunos para o outro lado do mundo. Em uma viagem inédita à China, com passagem por Frankfurt, os estudantes vivenciaram uma jornada que reuniu formação de repertório, visão de mundo, autonomia, liderança e compreensão das grandes transformações do século XXI.

Ao longo do programa, os estudantes do Ensino Médio tiveram contato com universidades de referência, empresas líderes em tecnologia e inteligência artificial, centros financeiros globais e patrimônios históricos de três cidades essenciais para compreender o mundo contemporâneo. Em 20 dias, eles passaram por dois continentes (Ásia e Europa) e três grandes cidades (Xangai, Pequim e Frankfurt), sempre acompanhados por Ricardo Aguirre, Head de Marketing do Band, além das equipes locais e da SD Student Travel. “Quando surgiu a oportunidade de vir para a China com esse grupo do Band, eu quis acompanhar de perto a curiosidade, o espanto, as perguntas e a forma como cada um vai entendendo esse novo mundo”, comentou Aguirre.

Os primeiros dias foram marcados por momentos culturais em Xangai. Os estudantes visitaram o Yu Garden, clássico jardim da dinastia Ming; a Nanjing Road, uma das regiões comerciais mais emblemáticas da cidade; a Zhujiajiao Ancient Water Town, com seus canais, pontes de pedra e passeios de barco; e The Bund e Pudong, onde a arquitetura histórica encontra um dos skylines mais futuristas da Ásia. Eles ficaram encantados pela Disney de Xangai, por verem uma marca internacional através de outra perspectiva, já que o parque combina atrações clássicas com experiências criadas especificamente para o público chinês. Os alunos também marcaram presença no Museu de Ciência e Tecnologia de Xangai, onde conheceram máquinas inovadoras e tiveram contato com uma visão de futuro em que tecnologia, energia e inteligência artificial se encontram para resolver problemas concretos e melhorar a vida das pessoas.

Ao mesmo tempo em que conheciam mais sobre a cultura tradicional chinesa, os estudantes viveram uma imersão tecnológica. Na Siemens, visitaram o Centro de Inovação em Manufatura Inteligente e Plataforma de Internet Industrial, para conhecer conceitos relacionados à indústria 4.0, inteligência artificial, robótica e digital twin. Na Boke Technology, tiveram contato com a relação entre design, arte, IA e big data na produção de games para uma audiência internacional. Em ambas as ocasiões, descobriram novas tecnologias que já fazem parte do dia a dia dos chineses. “Experiências como essas reforçam o valor de tirar os alunos da sala de aula e aproximá-los das discussões que já estão moldando o futuro. Mais do que conhecer novas tecnologias, eles têm a oportunidade de refletir sobre o impacto delas no mundo e sobre o papel que terão na construção desse futuro”, compartilhou o Head de Marketing.

No Alibaba Group, os alunos participaram de uma oficina prática com ferramentas de IA generativa, conectando tecnologia, negócio e impacto social. Eles têm uma plataforma que, desde 2016, registrou 5.053 casos de crianças desaparecidas, ajudou a encontrar 4.976 delas e alcançou uma taxa de recuperação de 98,5%. Como fazemos no Colégio, o letramento dessas plataformas é essencial, principalmente no ensino de formulação de prompts. “Na era da IA, saber formular boas perguntas será tão importante quanto saber escrever ou se comunicar. Não basta ter acesso à ferramenta, é preciso explicar o problema, definir o objetivo, orientar o processo e avaliar criticamente o resultado.”

Para desenvolver essas tecnologias de ponta, os chineses investiram muito em educação. Por isso, os estudantes também conheceram universidades globais. Na East China University of Science and Technology (ECUST), participaram de uma atividade acadêmica em STEM e tiveram aulas sobre diversos temas, entre eles inteligência incorporada, área em que puderam interagir com robôs humanoides. Também visitaram a Shanghai Jiao Tong University, a East China Normal University (ECNU) e a NYU Shanghai, universidades reconhecidas da China. O roteiro incluiu ainda uma parada cultural na Duoyun Books, na Shanghai Tower, para explorarem a literatura chinesa.

Depois, os alunos tiveram a oportunidade de conversar com profissionais brasileiros e chineses que vivem os desafios de trabalhar, liderar e construir uma carreira internacional na China. A conferência NextGen Global Leaders: AI, Innovation & Future Careers, organizada pela SD Student Travel, reuniu executivos para falar sobre IA, inovação, empreendedorismo, liderança, adaptação cultural e mercado de trabalho. O encontro foi conduzido por Alexandre Liu, ex-aluno do Band e General Manager da Citrosuco na China, uma empresa brasileira que produz e distribui sucos e ingredientes naturais de laranja para o mercado global. Para Aguirre, essa conferência representou exatamente a experiência que o Band busca proporcionar aos alunos. “Percebemos que uma carreira internacional não começa apenas com o domínio de outro idioma, mas com curiosidade, humildade, repertório, capacidade de adaptação e disposição para aprender com o diferente.”

Seguindo a viagem, os estudantes foram de trem-bala para Pequim e tiveram a primeira imersão cultural em uma região tradicional de hutongs, vielas históricas da capital. Eles também conheceram a Grande Muralha da China, que revela uma capacidade impressionante de planejamento, organização e logística, mas, principalmente, uma visão que ultrapassa a duração de uma vida, atravessando dinastias e gerações. “Essa relação com o tempo ajuda a explicar a China que vemos hoje. Um país capaz de pensar em escala, planejar por décadas e construir não apenas para resolver as necessidades do presente, mas também para preparar o caminho de quem virá depois. A China é, há muito tempo, tradicionalmente inovadora e essa cultura reflete até hoje”, disse Aguirre.

No Baidu Apollo Park, os estudantes conheceram veículos autônomos, robotáxis e aplicações reais de IA na mobilidade urbana. A Baidu é uma das maiores empresas de tecnologia da China, que atua em inteligência artificial, computação em nuvem, mapas, assistentes digitais e direção autônoma. Aguirre compartilhou seu apreço pelo uso cotidiano da tecnologia. “A tecnologia não estava sendo apresentada apenas como uma promessa distante. Estava sendo colocada nas ruas, testada com pessoas reais e aplicada a transporte, saúde, atividade física, logística e varejo.” O grupo também visitou a Peking University, uma das universidades mais prestigiadas da China.

O roteiro de Pequim foi finalizado em lugares que ajudam a entender não apenas a história do país, mas também a forma como o poder foi construído, representado e preservado ao longo dos séculos. Começaram pela Praça da Paz Celestial, depois o Grande Palácio do Povo, o Museu Nacional, o mausoléu de Mao e o Monumento aos Heróis do Povo. O grupo também atravessou os portões da Cidade Proibida e o dia terminou no Templo do Céu, onde os imperadores realizavam cerimônias e orações por boas colheitas. “Vimos uma China que preserva sua cultura milenar, mas que se movimenta com enorme velocidade para ocupar um espaço cada vez maior na economia, na tecnologia e na política mundial”, explicou Aguirre. Eles navegaram pela culinária chinesa, com destaque para o tradicional Peking Duck (pato laqueado), encerrando a experiência de forma simbólica.

Após o fim da etapa asiática, os estudantes seguiram rumo à Alemanha. Em Frankfurt, realizaram um city tour pelo centro histórico, passando por Römerberg, Catedral de Frankfurt, Eiserner Steg, Rio Main e Hauptwache. No Museu Senckenberg de História Natural, um dos museus científicos mais relevantes do país, conheceram um acervo dedicado à biodiversidade e à paleontologia. Também fizeram uma visita externa ao Campus Westend da Goethe University, uma instituição acadêmica reconhecida, e caminharam pelo Grüneburgpark, uma das principais áreas verdes de Frankfurt. Ainda conheceram o Jüdisches Museum Frankfurt e a Goethe-Haus, a casa onde Johann Wolfgang von Goethe nasceu, cresceu e deu seus primeiros passos como escritor.

Além da parte histórica, Frankfurt também tinha muito a ensinar sobre tecnologia, ciência e mercado. O Money Museum, do Deutsche Bundesbank, em Frankfurt, conta a história da evolução das trocas humanas. A visita à Bolsa de Frankfurt trouxe uma introdução ao funcionamento dos mercados e ao papel da cidade como centro financeiro global. O Head de Marketing refletiu sobre o papel da educação durante essas visitas. “Educação é isso: criar conexões entre história, tecnologia, inovação e economia para que os estudantes entendam não apenas o que acontece no mundo, mas por que acontece. E, quem sabe, sejam eles os responsáveis pelas próximas grandes empresas que um dia estarão listadas em uma bolsa de valores.”

“A experiência não estará apenas nas visitas programadas. Ela estará também nas ruas, nas lojas, na comida, nos pagamentos por aplicativo, nos robôs, nos costumes e em cada situação que nos obrigue a sair do automático”, comentou o Head do Departamento Cultural. Muitos dos aprendizados vieram da vivência diária nas ruas, nas lojas e nos restaurantes, principalmente durante os momentos de circulação livre supervisionados, que os deixavam imersos na experiência. “Os alunos saem da viagem com o repertório ampliado e mais abertos a novas possibilidades de estudo, carreira e futuro”, finalizou.

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