A temática de misoginia e machismo torna-se cada vez mais necessária de ser discutida na sociedade contemporânea. E como o Band participa desse movimento? O Colégio já tem esse tema enraizado em sua cultura há anos nas aulas e continua incentivando a formação de coletivos que engajem na pauta. Diante disso, a Coordenadora de Convivência do Band, Beatriz Kohlbach, foi convidada a participar de uma reportagem sobre esses projetos de protagonismo estudantil no Band, que foi capa da Folha de S.Paulo hoje.

No decorrer da matéria, a Coordenadora de Convivência Positiva comentou sobre as ações que os grupos do Band realizam, como a CCA (Comunidade de Cuidado e Apoio), o Bandiversidade (apoio à comunidade negra e LGBTQIA+) e o GirlUP (ligado ao movimento internacional da ONU que empodera meninas adolescentes a se tornarem líderes e ativistas), grupos que têm iniciativas voltadas ao enfrentamento da misoginia, tema cada vez mais necessário no debate público. Além disso, a reportagem contou com a participação da aluna de uma 3.a série do Médio e integrante do GirlUP, Laura Emy Dote, que destacou a força do coletivo e a troca entre as próprias alunas.
Leia um trecho: “No colégio Bandeirantes, de São Paulo, a discussão sobre misoginia e machismo se amplificou nos currículos e nos coletivos de alunos, segundo Beatriz Kohlbach, coordenadora de Convivência Positiva e Apoio Emocional. ‘É um tema trazido pela CCA e por coletivos como o Bandiversidade e o GirlUP.’”
Confira a matéria completa da Folha de S.Paulo aqui.


