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09/10/2019

Eu Fiz Band: Mariana Montag

#Arquitetura #eu fiz band #voluntariado

Eu Fiz Band: Mariana Montag

Publicado em 09/10/2019 13:02

“Relações de afeto e arquitetura como prática emancipadora”, essa é a definição do projeto arquitetônico de Mariana Montag, aluna formada no Band em 2012. A Casa de Jajja nasceu como uma pesquisa para o seu trabalho de conclusão de curso na faculdade e foi premiado, esse ano, pelo concurso “Beyond Bauhaus – prototyping the future” pela escola alemã Bauhaus.

​Do 6.o ano do Ensino Fundamental até a 3.a série do Ensino Médio, Mariana trilhou por todos os tijolos do Band. “Eu aprendi muito sobre responsabilidade e comprometimento dentro do Colégio. Ninguém trilharia o meu caminho por mim e eu deveria abri-lo e vivê-lo por mim mesma.”, contou.

​Em uma de suas viagens, depois de formada no Colégio, ela se tornou voluntária em Uganda e percebeu uma convergência da sua profissão com um de seus desejos. Sua bagagem arquitetônica poderia contribuir para a necessidade de afeto em Kikajjo, vilarejo rural no leste Africano. Lá, ela conheceu Jajja Imaculate, uma senhora de 75 anos e desenhou junto dela uma casa. Segundo Mariana, a arquitetura da casa não era apenas uma moradia para o futuro de Jajja, mas uma prática emancipadora, questionando onde o processo de construção seria feito através de oficinas de capacitação para mulheres.

“Naquele momento, eu me vi como uma quase profissional em busca de aplicação de conteúdo e estava conectada pelo coração com pessoas e uma realidade com diversas demandas. Sabia que, se meu coração estivesse comprometido, eu conseguiria fazer de tudo para gerar algo íntegro.”, ressaltou

Assim como Jajja, as mulheres do vilarejo de Kikajjo e de muitos outros lugares do mundo cuidam de todos e todas, mas não têm suas vozes ouvidas, alguém para contar ou até mesmo um lar. O objetivo de Mariana é demostrar que quem realmente importa no processo são as pessoas e as relações entre elas. Para ela, o grande aprendizado está aí.

“Quem eu era no Band e os anos que passei lá me levaram a ser quem sou hoje. Professores e professoras extremamente dedicados com a educação é algo que sempre me inspirou e que hoje tenho um respeito máximo. Foi um processo pelo qual muito grata.”, concluiu.

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