O CARE, Comissão de Apoio Racional e Emocional, foi criado em 2018 a partir de uma iniciativa de alunos do Ensino Médio com o apoio da Orientadora Educacional, Renata Lourenço. Desde então, seu objetivo é promover o acolhimento de estudantes e criar um espaço seguro para discussões sobre cuidado e saúde mental.
Este ano, Girlene Sismotto, Professora de Biologia e CPV e uma das responsáveis pelo CARE, e Beatriz Kohlbach, Coordenadora de Convivência Positiva, planejaram várias atividades a serem realizadas durante o Setembro Amarelo. Para isso, contaram com a colaboração de diversos coletivos do Colégio, como Bandiversidade, GirlUp e o próprio CARE.
As ações foram divididas no decorrer do mês. Na primeira semana, houve uma dinâmica de queimada no ginásio durante o intervalo. Já na semana seguinte, Ricardo Salgado, Professor de Filosofia, realizou uma palestra que tinha como temática a valorização da vida. Nesta terceira semana, os núcleos irão afixar cartazes pelo Band convidando os alunos a escrever frases, ideias ou desejos para valorização da vida e da diversidade. Por fim, na última semana do mês, teremos o evento do Manifesto pela Vida, com apresentações musicais e discursos emocionantes.
“A ideia principal é a união dos coletivos do Colégio para realizar essa ação conjunta, já que, por essência, todos eles buscam o bem coletivo e a valorização da diversidade, mesmo que focados em grupos diferentes. Por isso, esses eventos, ao longo do mês, são muito importantes para sensibilizar a comunidade do Band e ampliar as questões de valorização da vida, afeto, empatia e amizade.”, descreveu Girlene.
“O CARE é também um espaço para uma escuta ativa, em que os próprios alunos possam contribuir com a dinâmica social e acadêmica dos colegas. É um grupo de apoio emocional entre os alunos para que eles possam falar sobre suas angústias, inseguranças e vulnerabilidades”, compartilhou Renata.
“Há um olhar sensível, sutil e acolhedor por parte dos alunos envolvidos nessa iniciativa, que atuam como pontes entre os estudantes e os adultos responsáveis, como as orientadoras. As iniciativas que estamos fazendo durante o Setembro Amarelo são fundamentais, mas é importante lembrar que, ao longo de todo o ano, desenvolvemos ações voltadas ao acolhimento contínuo. A equipe de orientação e os núcleos de apoio estão sempre disponíveis para escutar e oferecer suporte em qualquer momento!”, completou Beatriz.



