Aprimorando a Convivência no Band: confira algumas estratégias

Publicado em 28/05/21

Desde o início da pandemia, as equipes de CPG e Orientação Educacional se depararam com um grande desafio: estudar e desenvolver os temas relativos à Convivência à distância. Dentre esses temas importantes, destacam-se valores morais nas relações, comunicação assertiva, autoconhecimento, saúde mental e trabalho em grupo. Para tal, foram desenvolvidas algumas estratégias que vêm sendo implementadas, entre as quais destaca-se a participação da psicóloga Mariana Tavares em aulas síncronas.


Mariana é psicóloga clínica com foco em crianças e adolescentes e integra a equipe de pesquisadores do GEPEM (Grupo de Estudos e Pesquisa em Ensino Moral), parceiro nas metodologias de Convivência do Band desde 2014. Até o momento, Mariana conversou com os alunos do CP2 e com os professores. 

Marina Schwarz, Orientadora Educacional do Band, conta um pouco sobre a parceria com a psicóloga: “A Mariana já desenvolveu diversos trabalhos com o Band. Na pandemia, ela passou a ter esse contato com os alunos e professores para falar sobre saúde mental. A organização dos estudos, as motivações e a procrastinação também foram abordadas, com o intuito de buscar uma rotina mais saudável, equilibrando os estudos com o descanso.”.

O bate-papo do CP2 com Mariana teve o objetivo de discutir como os alunos lidam com os desafios, com pressão, cobrança e culpa e pensar em estratégias. “Eles aproveitaram bastante esse momento. Falaram de como estavam se sentindo e manifestaram suas preocupações, além de tirarem dúvidas e pedirem ajuda. Foi um momento muito rico.”, conta Marina.

Sobre a conversa com os professores, a Orientadora conta: “Foi um espaço para falar sobre saúde mental durante a pandemia, reconhecendo os desafios que estamos enfrentando ao longo desse período. Além disso, foi bom ter esse momento de encontro virtual com nossos colegas para nos sentirmos mais próximos e cultivarmos nossa esperança, além de reforçar a união do grupo. Eu me senti muito acolhida e representada pelos aspectos trazidos por Mariana.”.

Beatriz Kohlbach, professora de CPG, comenta: “Uma vez que estávamos fazendo intervenções tão bacanas com os alunos, não poderíamos deixar de pensar nos nossos professores e funcionários, que também estão sendo desafiados por essa quarentena prolongada. Pensando nisso, a Mariana preparou uma fala acolhedora, compartilhou dados científicos e pesquisas na área de saúde mental sobre o isolamento, o distanciamento e a reconfiguração das relações sociais.”.

“Além disso, ela reforçou a importância de nos acolhermos como equipe. Parte do que perdemos das interações sociais próprias de estarmos fisicamente na escola, como o cafezinho, as conversas de corredor, as trocas de olhares e palavras e expressões, é possível buscar neste momento, ainda que por meios virtuais”, completa Beatriz.

Nos próximos dias, Mariana Tavares conversará com as turmas de 8.o ano e, no final do semestre, terá outro encontro com os professores. O objetivo mais amplo das falas da psicóloga é o acolhimento e, em seguida, a possibilidade de desenhar caminhos e pensar coletivamente em ferramentas de enfrentamento deste período de pandemia.

Sobre as expectativas futuras, Marina afirma: “Eu vejo que a Mariana traz uma perspectiva muito real da situação que estamos vivendo e isso é muito importante. Nós nos identificamos muito com os exemplos que ela usa e nos sentimos representados por isso. Depois, pensamos em estratégias e possibilidades para lidar com as dificuldades. Minha expectativa para as próximas conversas é, assim como nas outras, sair do encontro mais fortalecida, além de vivenciar o acolhimento proporcionado em ações como essa.”.

“É extremamente importante trazer o tema da saúde mental como pauta na escola. Esse espaço nos permite trocar ideias e experiências, pensar juntos em estratégias e acolher uns aos outros, além de ganhar conhecimento sobre o assunto. O Band tem valorizado muito isso, trazendo profissionais capacitados e abrindo esses espaços que são essenciais tanto para os alunos quanto para os professores e funcionários.”, conclui Marina.

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