Pre-Post-Mortem

Publicado em 06/04/15

Quando era moço,
Os olhos reluziam, incandescentes,
Como eram as paixões da época.

Hoje, sabe-se lá quantas luas
Já lhe furtaram das lentes
O brilho pueril.

Não mais consegue ver o belo.

As doces primaveras,
Dantes sublimes,
Agora empalidecem com sua amargura,
O rosto melancólico.

E o sorriso,

Chronos levou,

Para si.

Tiago Botelho, 3E1

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