Platonismo crônico

Publicado em 04/11/13

Costumava olhar-te,

Minha infeliz amada,

não por poucas vezes,

Com olhos carnudos

e apaixonados de um amante passivo.

 

De minha mente liberto-te.

Minha Paixão desesperançosa,

Uma lágrima de mar

Mas tão bela.

Desconhecida

Despercebida.

 

E de minha mente,

Por fim,

Liberto sua pessoa.

Continuo,

Porém,

Escravo platônico imoral.

 

Enquanto você celebrar,

Resta-me fazer o mesmo,

Celebrar,

Não a minha,

Mas sua alegria.

O que,

Realmente,

Importa.

 

João Paz Takeuchi, 1A4

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