Nuvens de Esperança

Publicado em 24/03/14

Águas que caem

Que brotam do chão, da vida a terra,

Modela expansão, com grande proeza alimenta nação.

 

Rompe o chão bruto,

Onde quer brotar

Avivando o verde, por onde passar.

Vai água: – desperta, revigora,

Com seiva e vida, por onde quer que vá.

 

Que encha os rios, sob o sol a brilhar,

E seus raios projetem, por evaporar,

Que se formem nuvens, assim por chover,

E o vento a transporte, onde água não há,

Estimulando alegria, dando vida por lá.

 

Para um povo sofrido, e que muito perdeu,

Esperando que chova, salve tudo o que é seu,

Esperança é a última, más tem muito por lá:

Onde ela existe, há de si prosperar.

 

Sei que o verde e a vida, são presentes de Deus.

Se for direito de todos,

Que se faça o seu

E se faça o meu.

 

 Adalberto O Santos (inspetor)

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