Elxs que contam

Publicado em 08/11/17

No post de hoje, decidimos seguir o que a maioria dos alunos e alunas dos primeiros anos estão fazendo, e dar voz aos jovens nos documentários.

Na verdade, quem deu essa voz foram os diretores dos documentários indicados abaixo, os quais tornaram os jovens protagonistas do filme para que contem suas histórias, suas aflições, suas perspectivas, de jovem para jovem.

Aproveitem!

Pro Dia Nascer Feliz (2007)– João Jardim conta a história de jovens de diferentes classes, raças, que moram em diferentes estados e estudam na rede privada e pública de ensino. A ideia do diretor foi evidenciar a desigualdade brasileira a partir do cenário educacional.

Meninas (2006)-  A partir dos relatos de jovens que engravidaram na adolescência, a diretora Sandra Werneck registra a trajetória da gravidez e toda a mudança sofrida pelas mães. O documentário surge como um alerta da importância de se debater a sexualidade no ambiente de educação infantil e de adolescentes.

 

Acabou a Paz – Isto aqui vai virar o Chile (2016)- Lembram-se das escolas ocupadas em São Paulo? Neste documentário de Carlos Pronzato, a saga dos estudantes secundaristas de São Paulo por uma educação de qualidade é abordada a partir de seus relatos. O levante do segundo semestre de 2015 contra o fechamento de 94 escolas culminou na ocupação de mais de 200 que seriam afetadas pelas ações do Governo do Estado de São Paulo.

 

Lute como uma menina (2016)- Com a direção de Flávio Colombini e Beatriz Alonso, em parceria com o cinegrafista Caio Castor, dos Jornalistas Livres, o documentário aborda também a luta dos secundarista nas escolas ocupadas de São Paulo em 2015, mas agora pelo visão das meninas. Com os relatos das lideranças femininas do movimento, o filme aborda a relfexão do feminismo e a energia do movimento das jovens mulheres que protagonizaram muito episódios desse momento da história

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