Eletiva de polidez linguística trazendo convidados e proporcionando experiências diferentes

Publicado em 25/10/19

Na última aula da eletiva da 3.a série do Ensino Médio, “Do mimimi à bajulação: a importância da polidez linguística conscientizada”, aconteceu uma atividade de avaliação diferente. Os alunos realizaram um trabalho final que simulou uma situação acadêmica e até trouxeram convidados de fora para assistir as apresentações.

​A ideia por trás da eletiva é conscientizar e ensinar aos alunos os recursos e ferramentas da polidez linguística. Para se colocar e compreender o outro é desejada a harmonia nas interações verbais. “Depois das aulas, muitos alunos relatam que ganham maior propriedade de percepção das coisas por trás da fala e levam isso para vida prática deles. Essa evolução no processo e na conscientização podem ser claros.”, contou a professora de Português, Cátia Pereira.


​Primeiro, os estudantes entregaram um resumo do trabalho final com a estrutura típica exigida em congressos, por exemplo, depois, em grupos, eles fizeram as apresentações, como comunicações orais acadêmicas. Para que a experiência fosse realmente diferenciada, os alunos foram levados a um outro espaço do Band e convidados para assistiram as apresentações. Essa pessoa, que pode ser um parente, amigo ou colega de outra turma, recebe uma ficha, na qual avalia também as apresentações com critérios pré-determinados.

Desse modo, os alunos devem imaginar que sua apresentação precisa realmente informar e esclarecer o assunto, no caso, a polidez linguística, com fundamentação teórica acadêmica e exemplos didáticos, pois pessoas que não têm qualquer conhecimento sobre o tema precisam entender bem o que lhes será apresentado. “Trazer alguém de fora ajuda também a expandir a discussão.”, ressaltou Cátia.

A professora de Português, Karla Somogyi, conta que a presença da mãe ou do convidado leva os alunos a se comprometerem mais com a atividade, dando um caráter mais realístico para o trabalho. “A pedagogia moderna ressalta a importância de contextualizar o conhecimento, de atribuir uma função ou deixar clara a relação daquele conhecimento com o estar no mundo. Essa foi a motivação para idealizar a eletiva de modo geral.”, concluiu.

Maria Cristina, mãe de aluna

Já uma das convidadas para avaliar a atividade, Maria Cristina Gonçalves, mãe de uma estudante da 3.a série do Ensino Médio e aluna formada no Band em 1991, ressaltou como a atividade é importante. “Me alegra perceber as eletivas como formas de colocar em movimento os conteúdos e teorias. Os alunos podem perceber temas relevantes e como a comunicação deve ser algo pensado e responsável. Foi uma experiência maravilhosa poder vir aqui, prestigiar e ainda contribuir de alguma forma.”, destacou Maria.

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