Berço do adeus

Publicado em 12/05/14

Que belo, que raro!

Lindos campos, pássaros raros,

Flores cheirando

Que se isolam,

Em paisagens há dispersar.

 

Que bom seria,

Se a natureza

É que resolvesse;

Se o ser humano

Não interviesse

Capricho e beleza

Ver-se-ia por lá.

 

Que bom seria,

Se borboletas e pássaros

E animais não extintos,

Pudessem de vez

Esse espaço explorar.

 

É tempo de vida;

De preservar o que é belo,

Guardar a serra

E usar o rastelo

Ajuntando as folhas

Espalhadas por lá.

 

Que bom seria,

Se as folhas ajuntadas

Não fossem queimadas,

E sim misturadas

Em terra tombada

Cobertor da vida

Do berço eternal.

 

Adalberto O Santos – inspetor de alunos

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