Publicado em 13/11/13

Quando eu a vi, nos ides de Março,

notei seu ar blasê e despreocupado.

Se tivesse conhecido-a,

talvez não a tivesse amado.

 

A sua beleza casual,

sua natureza irresistível.

Seus cabelos ruivos e seus olhos cristalinos,

e mais que tudo: Impassível.

 

Ó, lindo presente da Fortuna,

Por que brincas com minha razão?

Sua mera imagem leva-me a loucura.

 

E muitas iguais a ti virão.

Muitos acidentes do acaso.

Foi só um amor de verão.

 

Arthur Lobão, 1A4 

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