Encontro de gerações

Publicado em 23/08/13

Por Juliana Reimberg
Na última sexta-feira (16/08), o InterBand presenciou uma disputa muito peculiar. Matheus do Nascimento, auxiliar técnico do Bandeirantes, enfrentou seu pai na semifinal do voleibol juvenil masculino. Edson do Nascimento é atualmente técnico do time de voleibol do Dourado, colégio com tradição no voleibol há 12 anos, e sempre incentivou seu filho a também seguir a área esportiva. Filho de apontadora e árbitro nacional de voleibol, Matheus basicamente cresceu dentro da quadra de vôlei. Foi desde jogador até auxiliar técnico de seu pai no Dourado. E neste ano, com a intenção de crescer em sua carreira, veio trabalhar no Bandeirantes como auxiliar técnico da professora Claudia Cristina nas categorias infantil e juvenil de voleibol masculino.
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Durante uma entrevista ao blog do InterBand, pai e filho contaram que já haviam jogado um contra o outro durante a Liga Escolar. Nesta partida o Dourado venceu. No entanto, no jogo de sexta do InterBand, o Bandeirantes saiu vitorioso. Confira abaixo uma entrevista exclusiva com Matheus e Edson do Nascimento.
InterBand: Matheus, optar por seguir carreira com os esportes, em especial o voleibol, teve influência do seu pai?
Matheus: A influência da família foi direta. Meu pai é técnico, minha mãe também é da área de Educação Física, portanto eu praticamente cresci em uma quadra de vôlei. Além disso, já fui atleta do meu pai, trabalhei ano passado com ele e, esse ano, nós estamos jogando um contra o outro.
InterBand: Edson, você até hoje está passando alguns ensinamentos ao Matheus ou ele já está “andando com as próprias pernas”?
Edson: A vinda dele para o Bandeirantes foi exatamente para ele começar a desenvolver a carreira dele. Mas claro que a gente vai dando alguns conselhos, isso nós não vamos parar nunca. Pai é sempre assim, para o resto da vida nós vamos continuar dando conselhos.
InterBand: Matheus, como foi a sua vinda para o Bandeirantes?
Matheus: Desde o ano passado nós tínhamos um trabalho bacana no Dourado e já conhecíamos a Claudia Cris. Então, ela me convidou para vir trabalhar aqui no Bandeirantes. Eu e o meu pai concordamos com a minha vinda. O Bandeirantes em esportes também é uma referência e para “conseguir um up” na minha carreira e “andar com as minhas próprias pernas” eu precisava vir pra cá.
InterBand: Em termos gerais, quais foram as opiniões de vocês a respeito do jogo de sexta?
Edson: Eu acho que hoje o predomínio foi da vontade do Bandeirantes no jogo. O jogo da Liga foi uma partida normal e, quando você vem jogar contra o Bandeirantes o InterBand, é muito difícil ganhar do Bandeirantes pois ele incorpora muito o campeonato. Para os jogadores do Band é tremendamente importante ganhar e eu não consegui passar isso para os meus meninos de ter uma superação para conseguir encarar o Bandeirantes aqui dentro.
Matheus: Eu acredito que hoje o jogo do Bandeirantes foi excepcional. Os meninos jogaram com garra do começo ao fim. E é o que ele realmente disse: aqui no Bandeirantes, no InterBand em si, é um outro espírito. A gente se prepara o semestre inteiro para chegar no InterBand com força máxima. Eu senti já isso porque joguei InterBand como assistente técnico do Dourado no ano passado e, esse ano, agora trabalhando aqui no Bandeirantes você sente a diferença. O colégio inteiro, em todas as modalidades, prepara-se para a competição. Isso é realmente muito legal!

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