Investigações no laboratório

Publicado em 18/10/11

No mês de março, as professoras Lúcia Soares, Marta Rabello, Thaís Milani e Cristiana Assumpção estiveram na conferência NSTA, em São Francisco, para entrar em contato com as novas práticas do ensino de ciências. Entre as ideias que mais impressionaram as professoras, estava o uso da ciência forense – inspirada em séries de sucesso como CSI e Bones – para o desenvolvimento de uma atividade multidisciplinar.

De volta ao Brasil com muito material e conhecimento teórico, as professoras começaram a idealizar um curso optativo para as turmas do 9º ano, como primeira atividade forense no Band. Para dividir o conhecimento que obtiveram no exterior e divulgar as atividades, o grupo organizou uma oficina para a equipe do Band. A atividade contou com a presença de muitos professores e coordenadores.
Ao chegarem à sala A31, os presentes logo viram a “cena do crime”. O caso era de atropelamento e as únicas pistas eram os pedaços de vidro do pára-brisa presos à jaqueta da vítima e impressões digitais encontradas em latas de cerveja próximas ao local. Depois de entenderem o caso e serem orientados pelas professoras “peritas”, todos foram ao laboratório examinar as provas e entender melhor os objetivos da atividade. “Podemos trabalhar muitas disciplinas e também valores como ética e responsabilidade. A importância de trabalhar em grupo respeitando a produção dos outros”, contou Lúcia Soares.
O projeto de ciência forense é bastante inovador e já chamou atenção da mídia. A professora Cristiana Assumpção destaca a importância dos congressos internacionais nesse sentido. “Aqui no Brasil temos poucas iniciativas nesse sentido, é até difícil encontrar fornecedores de material. Lá fora, muitas coisas já estão consolidadas e nós podemos trazer essa experiência para o Band”.

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