Entrevistas e debates: prepare-se para o vestibular do Insper e FGV

Publicado em 15/12/17

Tendência mundial, cada vez mais os exames admissionais (vestibulares) estão inovando na forma como selecionam os alunos. Por meio de dinâmicas em grupo e entrevistas, por exemplo, é possível identificar características que vão além do conteúdo. O Band segue essa tendência e por isso realizou simulações das provas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e do Insper.

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As aulas foram organizadas pelo Coordenador de Processos de Avaliação Acadêmica, Cláudio Pinheiro, e acompanhadas pela Coordenadora de Língua Portuguesa, Susana Vaz,  pelo Coordenador de Artes, Filosofia e Sociologia, Régis Lima, pelo professor de Geografia, João Paciello, e pela professora de Língua Portuguesa, Eneida de Castro.

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Cada simulação seguiu a linha de prova da instituição que os alunos tinham interesse, mas em ambas o debate foi o centro das atenções. Dessa forma, eram dados temas das mais diversas áreas e os estudantes deveriam expor seus argumentos e opiniões com base no próprio repertório. Depois, os professores deram um feedback coletivo e individual, identificando os acertos e os pontos a serem melhorados.

A Coordenadora Susana conta que a simulação ajuda principalmente a dar segurança para os alunos, já que é um novo formato de prova. “A situação é diferente mas acho que eles perceberam que, na verdade, estão muito preparados com todo o repertório da escola”, disse ela.

Para a prova da FGV, houve a participação de Carolina Stampone, aluna formada em 2015 e atual estudante da Faculdade de Direito da USP. Ela ministrou a dinâmica da qual participou em seu ano de vestibular no Band.

Em 2017 foi a primeira vez que houve uma simulação da prova do Insper. Para isso, o Coordenador Cláudio participou de uma preparação na própria faculdade, para preparar melhor as atividades no Band.

Interessado em estudar engenharia no Insper, o estudante Gabriel Lima, da 3.a série do Ensino Médio, conta que é tranquilizante ter uma ideia de como será a prova. “Foi uma experiência muito boa, me ajudou a desenvolver habilidades importantes como elaborar ideias sobre um assunto que nunca tinha pensado antes”, contou.

“É uma avaliação baseada nas competências socioemocionais. Vejo isso com felicidade porque se respeita todas as habilidades do aluno. As mudanças pedagógicas dentro do Bandeirantes, como o STEAM, por exemplo, caminham para isto porque visam o desenvolvimento da argumentação, empatia e respeito ao outro”, concluiu Cláudio.

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