Arte na fonte

Publicado em 19/08/13

O Coordenador de Arte João Epifânio Régis Lima compareceu à Bienal de Veneza, enviado pelo Bandeirantes, dentro do princípio do Colégio em investir na formação constante dos docentes.

Tida como a exposição de arte contemporânea mais importante do mundo, a Bienal transpira criatividade e expõe novidades do mundo artístico. Uma vez exibindo lá, uma gama diversa de artistas do mundo inteiro atinge prestígio e renome.

O tema da Bienal este ano, “Palácio Enciclopédico”, criou um vínculo entre a coleção de obras apresentada e sua concepção, como conjunto, de uma grande enciclopédia, ou seja, um grande agregado de criatividade e conhecimento. “É interessante porque, nessa concepção de enciclopédia, leva-se em conta os diversos modos de pensar e de conhecimento. Então não fica limitado somente ao pensamento de que esse conhecimento enciclopédico se restringe às Ciências, mas pode-se pensar também em Arte, Filosofia. É interessante ver como as obras propõem esse diálogo entre as diferentes áreas do conhecimento” explicou.

Régis dá destaque para o vencedor do Leão de Ouro deste ano, o artista Tino Sehgal, criador de uma performance a ser executada em meio a um pavilhão comum, com atores e atrizes realizando uma coreografia e cantarolando pequenos ruídos e sons. “Foi interessante ver como o pessoal se incomodava com aquilo, com certeza não passava despercebido. Muita gente ficava imaginando se aquilo realmente era uma obra de arte, se não eram pessoas comuns que resolveram parar ali e fazer graça em plena Bienal”, comentou Régis.

O Coordenador ficou no evento por cinco dias e depois estendeu a viagem para visitar alguns interessantes pontos artísticos da Europa, passando pela Itália, Suíça e Alemanha. Numa das cidades visitadas, Basileia, na Suíça, ele observou o processo totalmente artesanal de construção de trompetes barrocos, muito utilizados na produção musical de artistas altamente renomados como, por exemplo, Bach. “Na história da música, os trompetes usados pelos grandes compositores eram deste tipo, naturais. É um instrumento que usarei no curso de História da Arte, mostrando aos alunos não só seu aspecto como seu papel importante na história da música, bem como toda a Filosofia e sensibilidade estética com ele relacionados”, explica o Coordenador.

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