Aluno é internacionalmente prestigiado por suas realizações

Publicado em 16/02/17

Paulo Pita, aluno da turma de 2001 e formado em psicologia pela USP, finalizou recentemente seu mestrado em Ensino de Língua Inglesa (TESOL) na University of Birmingham, na Inglaterra.

Pita

Durante sua graduação, o aluno participou de duas iniciações científicas e também um estágio no Comitê de Ética em Pesquisa da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo. Como Coordenador de Cursos da Liga de Psiquiatria da Santa Casa, Paulo organizou eventos acadêmicos.

Após a graduação, se especializou em Psicologia em Instituições na própria USP. Nessa época, por meio do Laboratório de Estudos em Fenomenologia Existencial e Prática em Psicologia teve a oportunidade de prestar atendimento psicológico para internos e funcionários da Fundação Casa (antiga FEBEM) e também na Polícia Militar de São Paulo.

Em torno de 2010, além de atender pacientes em consultório particular, começou a dar aulas de inglês. No ano seguinte iniciou seu mestrado na University of Birmingham, na Inglaterra. A dissertação foi a respeito dos fatores que levam alunos a não terminarem seus estudos em língua inglesa e o que pode ser feito para elevar a probabilidade de sucesso desses alunos. “Escolhi este tema, uma vez que é um assunto amplamente estudado em universidades americanas, mas no Brasil esse é um dos poucos estudos sistemáticos na área. ”, comentou Paulo Pita.

Hoje, Pita é examinador de exames de proficiência da University of Cambridge (Young Learners a CPE) e gerente de filial da Cultura Inglesa em São Paulo.

“Nessa minha trajetória minha experiência no Band foi muito importante. Além da prática do inglês no Special English Program (SEP), eu tive acesso a um pensamento científico bastante rigoroso muito cedo na minha vida escolar, desde a 5ª série em “Experimental” com a professora Malu Gukovas. Além disso, as aulas práticas e a reflexão em cima da prática marcaram minha formação. Por outro lado, não poderia deixar de destacar os projetos extracurriculares que me ajudaram a aprender a gerenciar meu próprio tempo, a ter contato com pesquisadores internacionais e também a apresentar trabalhos e focar em resultados. O mais importante, entretanto, foram os professores que encontrei nesse caminho. ”, finalizou Paulo.

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