Conheça a Comissão de Apoio Emocional do Band

Publicado em 26/06/18

Inspirados nas Equipes de Ajuda do Ensino Fundamental, alunos do Ensino Médio criaram a Comissão de Apoio Emocional, grupo que tem como ideia ajudar os colegas e estimular a convivência positiva no Band.

Tudo isso é acompanhado de perto pelos professores Pedro Leão, de Artes, Beatriz Kohlbach, de CPG e Regina Mara, de Geografia, além da orientadora da 3.a série do Ensino Médio, Renata Lourenço, e a Coordenadora de CPG, Estela Zanini.

Os alunos da 3.a série do Ensino Médio, Matheus Rodrigues e Natália Rocha, explicam que a iniciativa surgiu ainda no 1.o bimestre, com o intuito de ajudar alunos que estivessem se sentindo angustiados, ansiosos, com medo ou tomados por sentimentos desagradáveis dos quais normalmente temos dificuldade de falar.

A ideia é ter alunos preparados para escutar e auxiliar os colegas, realizar ações no espaço escolar, como espalhar cartazes com mensagens positivas e, futuramente, até aplicativos onde as pessoas possam se conectar. “Queríamos ajudar, mas não sabíamos como. Só o fato de ter o grupo já muda o cenário humano do Band”, disse Matheus.

Em agosto, os alunos passarão por um curso de 8 horas organizado pelos professores e orientadores do Band em parceria com o GEPEM (Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral) da Unesp e Unicamp. Este curso, inspirado na formação dada aos alunos das Equipes de Ajuda, tem como intuito instrumentalizar os estudantes em habilidades como a escuta ativa, o acolhimento e o encaminhamento de questões emocionais que a eles possam ser endereçadas, podendo aumentar nossa rede de apoio na escola.

“Eu estou muito animada. É um trabalho que estamos fazendo com muito carinho e cuidado. Temos apoio dos professores e estímulo dos alunos”, contou Natália.

A professora Beatriz explica que é preciso ter um movimento de escuta dentro da escola. “É uma percepção dupla: o de ser ouvido e o de saber que é ouvido. Quando os alunos sabem da existência desse projeto, elaborado por colegas, aumentam as possibilidades de acolhimentos e de construção de outras narrativas a serem compartilhadas com pares. O incentivo da escuta entre eles favorece o jovem a nomear suas emoções, auxiliando-o a lidar com suas angústias. Abre muitos caminhos”, ressaltou ela.

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