O Ano Internacional da Tabela Periódica

Publicado em 20/05/19

Os alunos do 9.o ano do Ensino Fundamental criaram sua tradicional tabela periódica que conta com desenhos e cenas narrativas inspirados em elementos químicos. Além de exposto na entrada do Colégio, o projeto ainda tem uma versão digital e vai ser apresentado no Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências no final de junho. O trabalho é ainda mais especial por a tabela completar 150 anos e 2019 se tratar do Ano Internacional da Tabela Periódica dos Elementos Químicos, segundo a ONU e a Unesco.

Todo o trabalho foi feito durante as aulas de STEM, com acompanhamento dos professores e assistentes de ensino. Além disso, eles contaram com todos os recursos e materiais disponíveis nas salas ambiente, onde trabalharam em grupos. Unindo Ciências, Artes e Português, nasceu o projeto.

Os alunos, que aprendem sobre o modelo atômico, a distribuição eletrônica e a própria tabela periódica em sala de aula, são convidados, em duplas ou trios, a sortearem um elemento químico. A partir disso, eles pesquisam e produzem um quadro sobre o elemento com técnicas de representação livres. Além disso, ainda é criada uma cena narrativa, conteúdo que os estudantes estão aprendendo nas aulas de Português, sobre o elemento.

O professor de STEAM, STEM e Física, Renato Villar, conta que o projeto deixa os alunos livres para usarem a imaginação e criatividade. “Eles podem fazer o trabalho como quiserem. Podem contemplar desde o próprio elemento e as suas aplicações no dia a dia até o seu descobrimento. No final, montamos uma tabela periódica com 118 representações diferentes, uma em cada elemento. ”, disse Renato.

Renato Saito, Henrique Ruiz e Ana Yagi, alunos do 9.o ano, afirmam que aproveitaram bastante o trabalho.  O espaço para a criação e expressão artística foi o que mais chamou a atenção dos estudantes. “ Foi muito legal poder escolher a forma como queríamos desenvolver o quadro e a cena. Além disso, durante as pesquisas para o trabalho, eu ainda descobri que o meu elemento, o Selênio, é usado em repelentes e eu não tinha ideia disso antes. ”, concluiu Henrique.

O projeto já está em seu 5.o ano e é reconhecido nacionalmente. Em 2019, ele será apresentado no Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências, promovido pela Associação Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências. Trata- se de um momento de interação entre os pesquisadores das áreas de Educação em Biologia, Física Química e campos correlatos.

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